Quantas vezes por dia você sente prazer, pensa em prazer, busca o prazer? Em 'Arqueologia dos prazeres', o filósofo Fernando Santoro resgata a discussão originária dos gregos sobre o tema, que nos encanta e atormenta. Afinal, o prazer é um bem, identifica-se com a felicidade ou não? Deve ser perseguido, evitado, controlado? O livro traz o levantamento das teses ontológicas do prazer, sua relação com o repouso e o movimento, o corpo e o intelecto, a ação e a paixão. Entenda como e por que algumas escolas defendem o prazer e por que outras o atacam. Saiba o que pensavam sobre o assunto os primeiros sábios, e como Empédocles, Demócrito, Aristóteles, Platão e Epicuro, entre outros gregos fundamentais, associavam o prazer à beleza e ao desejo.

Ed. Objetiva - 272 pág. - brochura

ARQUEOLOGIA DOS PRAZERES - Fernando Santoro

R$34,32
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Quantas vezes por dia você sente prazer, pensa em prazer, busca o prazer? Em 'Arqueologia dos prazeres', o filósofo Fernando Santoro resgata a discussão originária dos gregos sobre o tema, que nos encanta e atormenta. Afinal, o prazer é um bem, identifica-se com a felicidade ou não? Deve ser perseguido, evitado, controlado? O livro traz o levantamento das teses ontológicas do prazer, sua relação com o repouso e o movimento, o corpo e o intelecto, a ação e a paixão. Entenda como e por que algumas escolas defendem o prazer e por que outras o atacam. Saiba o que pensavam sobre o assunto os primeiros sábios, e como Empédocles, Demócrito, Aristóteles, Platão e Epicuro, entre outros gregos fundamentais, associavam o prazer à beleza e ao desejo.

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