Coletânea de nove textos do psicanalista e pediatra, Donald Winnicott, especializado no cuidado infantil. O volume traz, ainda, três textos inéditos do autor sobre a relação mãe-bebê, e um prefácio de Maria Rita Kehl. Esta nova tradução conta com conselho técnico formado por Ana Lila Lejarraga, Christian Dunker, Gilberto Safra, Tales Ab'Saber, Leopoldo Fulgencio. Ao longo dos textos, o autor procura encorajar às mães a confiarem em seus instintos nos cuidados de seus bebês. Ele identifica nos primeiros dias e meses da vida do bebê os alicerces do que será sua saúde mental, e reforça a importância do par mãe-bebê, em que há uma espécie de simbiose, para a saúde mental. Entre os termos clássicos cunhados por Winnicott e aqui descritos está o segurar [holding] – como metonímia da forma como a mãe fornece sustentação para que seu filho se torne uma pessoa saudável –, a mãe suficientemente boa – que não é nem onipotente e procura sanar qualquer sofrimento do filho, nem ausente e distante, deixando a criança em desamparo –, e o ambiente facilitador – que propicia tanto o desenvolvimento do bebê quanto as falhas necessárias para a constituição de sua identidade.

Ed. Ubu - 144 pág. - brochura

BEBÊS E SUAS MÃES - D. Winnicott

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Coletânea de nove textos do psicanalista e pediatra, Donald Winnicott, especializado no cuidado infantil. O volume traz, ainda, três textos inéditos do autor sobre a relação mãe-bebê, e um prefácio de Maria Rita Kehl. Esta nova tradução conta com conselho técnico formado por Ana Lila Lejarraga, Christian Dunker, Gilberto Safra, Tales Ab'Saber, Leopoldo Fulgencio. Ao longo dos textos, o autor procura encorajar às mães a confiarem em seus instintos nos cuidados de seus bebês. Ele identifica nos primeiros dias e meses da vida do bebê os alicerces do que será sua saúde mental, e reforça a importância do par mãe-bebê, em que há uma espécie de simbiose, para a saúde mental. Entre os termos clássicos cunhados por Winnicott e aqui descritos está o segurar [holding] – como metonímia da forma como a mãe fornece sustentação para que seu filho se torne uma pessoa saudável –, a mãe suficientemente boa – que não é nem onipotente e procura sanar qualquer sofrimento do filho, nem ausente e distante, deixando a criança em desamparo –, e o ambiente facilitador – que propicia tanto o desenvolvimento do bebê quanto as falhas necessárias para a constituição de sua identidade.

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