Mi Lai, Vietnã, 1969. Um jovem repórter americano denunciava ao mundo o massacre de mais de 500 civis por uma brigada do exército de seu país. A reportagem venceu o prêmio Pulitzer e ajudou a derrotar a violenta investida dos Estados Unidos em sua guerra mais insensata. Abu Ghraib, Iraque, 2004. O mundo vê pela primeira vez as chocantes imagens das torturas impostas pelo exército americano aos prisioneiros iraquianos. A denúncia, publicada pela revista New Yorker, é o golpe mais pesado sofrido pelo governo Bush em sua “guerra contra o terror”. Estes dois capítulos decisivos da História recente foram escritos por Seymour M. Hersh, que nos 35 anos que separam as duas catastróficas guerras empreendidas pelos Estados Unidos manteve-se fiel a um dos princípios básicos do jornalismo: a vigilância constante do poder. Cadeia de comando é um livro que nasce histórico ao tentar entender a sucessão de ordens e contra-ordens que levaram a mais sólida democracia do Ocidente a incorrer em erros dos piores regimes autoritários. Em nome da guerra ao terror, revela Hersh, foi cometido todo tipo de abuso e infração das leis americanas e internacionais. Enquanto jornais e TVs dos Estados Unidos pedem desculpas públicas por omissões e distorções no noticiário da guerra do Iraque, Seymour M. Hersh conduzia de forma independente e imparcial suas investigações. Quando o mundo ainda não havia se recuperado do trauma do 11 de setembro, as primeiras reportagens de Hersh, publicadas pela revista The New Yorker, apontavam as contradições e fragilidades das versões oficiais. Empenhado em contar a verdade sobre mais esta guerra, o repórter continuou a seguir as pistas que levaram aos chocantes maus-tratos praticados na prisão em que o ex-ditador Saddam Hussein, deposto em nome da liberdade, torturava seus adversários. Cada capítulo de Cadeia de comando é um passo decisivo na busca de uma versão imparcial para a história recente dos Estados Unidos. É, ainda, uma forma privilegiada de entender melhor nossos presente e, também, o que nos reserva o futuro.

Ediouro - 398 pág. - brochura

CADEIA DE COMANDO - A GUERRA DE BUSH DO 11 DE SETEMBRO AS TORTURAS DE ABU GHRAIB - Seymour Hersh

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Mi Lai, Vietnã, 1969. Um jovem repórter americano denunciava ao mundo o massacre de mais de 500 civis por uma brigada do exército de seu país. A reportagem venceu o prêmio Pulitzer e ajudou a derrotar a violenta investida dos Estados Unidos em sua guerra mais insensata. Abu Ghraib, Iraque, 2004. O mundo vê pela primeira vez as chocantes imagens das torturas impostas pelo exército americano aos prisioneiros iraquianos. A denúncia, publicada pela revista New Yorker, é o golpe mais pesado sofrido pelo governo Bush em sua “guerra contra o terror”. Estes dois capítulos decisivos da História recente foram escritos por Seymour M. Hersh, que nos 35 anos que separam as duas catastróficas guerras empreendidas pelos Estados Unidos manteve-se fiel a um dos princípios básicos do jornalismo: a vigilância constante do poder. Cadeia de comando é um livro que nasce histórico ao tentar entender a sucessão de ordens e contra-ordens que levaram a mais sólida democracia do Ocidente a incorrer em erros dos piores regimes autoritários. Em nome da guerra ao terror, revela Hersh, foi cometido todo tipo de abuso e infração das leis americanas e internacionais. Enquanto jornais e TVs dos Estados Unidos pedem desculpas públicas por omissões e distorções no noticiário da guerra do Iraque, Seymour M. Hersh conduzia de forma independente e imparcial suas investigações. Quando o mundo ainda não havia se recuperado do trauma do 11 de setembro, as primeiras reportagens de Hersh, publicadas pela revista The New Yorker, apontavam as contradições e fragilidades das versões oficiais. Empenhado em contar a verdade sobre mais esta guerra, o repórter continuou a seguir as pistas que levaram aos chocantes maus-tratos praticados na prisão em que o ex-ditador Saddam Hussein, deposto em nome da liberdade, torturava seus adversários. Cada capítulo de Cadeia de comando é um passo decisivo na busca de uma versão imparcial para a história recente dos Estados Unidos. É, ainda, uma forma privilegiada de entender melhor nossos presente e, também, o que nos reserva o futuro.

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