O homem que deu início a uma revolução intelectual e
 mudou a face do pensamento ocidental

"Lindamente escrito, acessível e divertido." - The Independent

"O livro oferece descrições claras e analíticas dos princípios básicos pelos quais Lévi-Strauss é conhecido" - The New York Times

Claude Lévi-Strauss cresceu em Paris no início do século XX, em um antigo lar judeu e em meio a uma próspera vanguarda. Aos dez anos de idade, ele conseguia recitar longos trechos de Dom Quixote decorados e logo começou a pintar obras "cubistas" e a compor música. Estudou direito e filosofia na Sorbonne, mas, desiludido com a tradicional academia francesa, mudou para a disciplina de antropologia que acabava de surgir.

Em 1938, na véspera de seu trigésimo aniversário, Claude estava no Brasil, liderando uma expedição etnográfica para estudar os Nhambiquaras - uma vaga designação de grupos nômades que perambulavam pelo planalto, nus exceto por plumas no nariz, braceletes e cintos. Em uma fotografia tirada na época, Lévi-Strauss está às margens de um rio, barbado e queimado de sol, com um macacão encardido, um chapéu de estilo colonial e botas de couro de cano alto. Este foi o início de uma revolução intelectual que mudaria a face do pensamento ocidental.

CLAUDE LÉVI-STRAUSS: O poeta no laboratório - Patrick Wilken

R$35,92
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O homem que deu início a uma revolução intelectual e
 mudou a face do pensamento ocidental

"Lindamente escrito, acessível e divertido." - The Independent

"O livro oferece descrições claras e analíticas dos princípios básicos pelos quais Lévi-Strauss é conhecido" - The New York Times

Claude Lévi-Strauss cresceu em Paris no início do século XX, em um antigo lar judeu e em meio a uma próspera vanguarda. Aos dez anos de idade, ele conseguia recitar longos trechos de Dom Quixote decorados e logo começou a pintar obras "cubistas" e a compor música. Estudou direito e filosofia na Sorbonne, mas, desiludido com a tradicional academia francesa, mudou para a disciplina de antropologia que acabava de surgir.

Em 1938, na véspera de seu trigésimo aniversário, Claude estava no Brasil, liderando uma expedição etnográfica para estudar os Nhambiquaras - uma vaga designação de grupos nômades que perambulavam pelo planalto, nus exceto por plumas no nariz, braceletes e cintos. Em uma fotografia tirada na época, Lévi-Strauss está às margens de um rio, barbado e queimado de sol, com um macacão encardido, um chapéu de estilo colonial e botas de couro de cano alto. Este foi o início de uma revolução intelectual que mudaria a face do pensamento ocidental.