Quando o self encontra a mente, surge a consciência. É essa a base da argumentação de António R. Damásio, que ao longo de décadas de pesquisa vem destrinchando os elementos, o funcionamento e a base física da capacidade espantosa de raciocinar, de sentir emoções, de distinguir o eu do outro, de mapear seu contexto interno e externo.
Mais do que buscar a morada da mente, do self e da consciência no cérebro e levantar possibilidades de como essas capacidades surgem, E o cérebro criou o Homem mostra que elas atingiram um ápice nos seres humanos e vieram para ficar: prever estados futuros e antecipar respostas que garantam a estabilidade do organismo é um valioso instrumento de sobrevivência. 
Em vários aspectos, o autor diverge do pensamento mais disseminado e chega a novas conclusões, que prometem gerar debates e dar origem a novos estudos. “Tem de existir uma razão para se escrever um livro. Este foi escrito para recomeçar”, afirma o autor, que vê a obra como uma atualização das próprias ideias.

 

Cia. das Letras - 440 pág. - brochura

E O CÉREBRO CRIOU O HOMEM - António R. Damásio

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Quando o self encontra a mente, surge a consciência. É essa a base da argumentação de António R. Damásio, que ao longo de décadas de pesquisa vem destrinchando os elementos, o funcionamento e a base física da capacidade espantosa de raciocinar, de sentir emoções, de distinguir o eu do outro, de mapear seu contexto interno e externo.
Mais do que buscar a morada da mente, do self e da consciência no cérebro e levantar possibilidades de como essas capacidades surgem, E o cérebro criou o Homem mostra que elas atingiram um ápice nos seres humanos e vieram para ficar: prever estados futuros e antecipar respostas que garantam a estabilidade do organismo é um valioso instrumento de sobrevivência. 
Em vários aspectos, o autor diverge do pensamento mais disseminado e chega a novas conclusões, que prometem gerar debates e dar origem a novos estudos. “Tem de existir uma razão para se escrever um livro. Este foi escrito para recomeçar”, afirma o autor, que vê a obra como uma atualização das próprias ideias.

 

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