A Caixa reúne as seguintes obras de Eduardo Galeano:

Dias e noites de amor e de guerra
'Dias e Noites de Amor e de Guerra' são histórias vividas em épocas de violência e intolerância. Relatos que resgatam a memória do terror étnico e político pelo mundo, com ênfase nos “anos de chumbo” da América Latina. A rotina daqueles que, por motivos políticos, se viam obrigados a abandonar suas casas,, seus países, parentes, formando uma enorme diáspora de uruguaios, argentinos, brasileiros, paraguaios, chilenos etc. As pequenas e as grandes tragédias de uma época em que as ditaduras militares, com enorme violência, ocupavam quase a totalidade dos países latino-americanos.

O livro dos abraços
Em o 'Livro dos Abraços', Galeano mostra o resultado de suas andanças incessantes de caçador de histórias, que vai ouvindo de tudo. O que de melhor ouviu ele transforma em livros como este, onde lembra como são grandes os pequenos momentos e como eles vão se abraçando, traçando a vida. A memória viva, diz Galeano, nasce a cada dia. Ele diz e demonstra, em livros como 'As Veias Abertas da América Latina', 'Dias e Noites de Amor e de Guerra', 'Os Nascimentos', 'As Caras e as Máscaras', 'O Século do Vento' e, agora, neste 'Livro dos Abraços'. Nada que possa ser dito numa apresentação é capaz de chegar perto da beleza e da emoção que estas páginas contêm. Abra este livro com cuidado: ele é delicado e afiado como a própria vida. Pode afagar, pode cortar. Mas seja como for, como a própria vida, vale a pena.

Vagamundo
Este livro de 1973 reúne várias narrativas curtas de Eduardo Galeano, um dos escritores e intelectuais mais importantes da América Latina. Estes contos/relatos estão impregnados do estilo do autor, que revisita seus ancestrais mantendo sempre uma visão de estranhamento em relação às coisas da vida.

As veias abertas da América Latina
A L&PM está relançando “As veias abertas da América Latina”, de Eduardo Galeano, não apenas em formato convencional, mas com o mesmo conteúdo na Coleção L&PM Pocket. O livro tem nova capa, índice analítico e nova tradução de Sergio Faraco, um dos mais importantes contistas do Brasil. Sobre essa versão, escreveu Galeano: “Excelente trabalho de Sergio Faraco, melhora a não menos excelente tradução anterior, de Galeno de Freitas. E graças ao talento e à boa vontade destes dois amigos, meu texto original, escrito há quarenta anos, soa melhor em português do que em espanhol”. No prefácio escrito em agosto de 2010, especialmente para esta edição de As veias abertas da América Latina, Eduardo Galeano lamenta “que o livro não tenha perdido a atualidade”. Remontando a 1970 sua primeira edição, atualizada em 1977, quando a maioria dos países do continente padecia facinorosas ditaduras, este livro tornou-se um autêntico “clássico libertário”, um inventário da dependência e da vassalagem de que a América Latina tem sido vítima, desde que aqui aportaram os europeus no final do século XV. No começo, espanhóis e portugueses. Depois vieram ingleses, holandeses, franceses, modernamente os norte-americanos, e o ancestral cenário permanece: a mesma submissão, a mesma miséria, a mesma espoliação. “As veias abertas da América Latina” vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

EDUARDO GALEANO ESSENCIAL - Box 4 vols.

R$115,61
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Dias e noites de amor e de guerra
'Dias e Noites de Amor e de Guerra' são histórias vividas em épocas de violência e intolerância. Relatos que resgatam a memória do terror étnico e político pelo mundo, com ênfase nos “anos de chumbo” da América Latina. A rotina daqueles que, por motivos políticos, se viam obrigados a abandonar suas casas,, seus países, parentes, formando uma enorme diáspora de uruguaios, argentinos, brasileiros, paraguaios, chilenos etc. As pequenas e as grandes tragédias de uma época em que as ditaduras militares, com enorme violência, ocupavam quase a totalidade dos países latino-americanos.

O livro dos abraços
Em o 'Livro dos Abraços', Galeano mostra o resultado de suas andanças incessantes de caçador de histórias, que vai ouvindo de tudo. O que de melhor ouviu ele transforma em livros como este, onde lembra como são grandes os pequenos momentos e como eles vão se abraçando, traçando a vida. A memória viva, diz Galeano, nasce a cada dia. Ele diz e demonstra, em livros como 'As Veias Abertas da América Latina', 'Dias e Noites de Amor e de Guerra', 'Os Nascimentos', 'As Caras e as Máscaras', 'O Século do Vento' e, agora, neste 'Livro dos Abraços'. Nada que possa ser dito numa apresentação é capaz de chegar perto da beleza e da emoção que estas páginas contêm. Abra este livro com cuidado: ele é delicado e afiado como a própria vida. Pode afagar, pode cortar. Mas seja como for, como a própria vida, vale a pena.

Vagamundo
Este livro de 1973 reúne várias narrativas curtas de Eduardo Galeano, um dos escritores e intelectuais mais importantes da América Latina. Estes contos/relatos estão impregnados do estilo do autor, que revisita seus ancestrais mantendo sempre uma visão de estranhamento em relação às coisas da vida.

As veias abertas da América Latina
A L&PM está relançando “As veias abertas da América Latina”, de Eduardo Galeano, não apenas em formato convencional, mas com o mesmo conteúdo na Coleção L&PM Pocket. O livro tem nova capa, índice analítico e nova tradução de Sergio Faraco, um dos mais importantes contistas do Brasil. Sobre essa versão, escreveu Galeano: “Excelente trabalho de Sergio Faraco, melhora a não menos excelente tradução anterior, de Galeno de Freitas. E graças ao talento e à boa vontade destes dois amigos, meu texto original, escrito há quarenta anos, soa melhor em português do que em espanhol”. No prefácio escrito em agosto de 2010, especialmente para esta edição de As veias abertas da América Latina, Eduardo Galeano lamenta “que o livro não tenha perdido a atualidade”. Remontando a 1970 sua primeira edição, atualizada em 1977, quando a maioria dos países do continente padecia facinorosas ditaduras, este livro tornou-se um autêntico “clássico libertário”, um inventário da dependência e da vassalagem de que a América Latina tem sido vítima, desde que aqui aportaram os europeus no final do século XV. No começo, espanhóis e portugueses. Depois vieram ingleses, holandeses, franceses, modernamente os norte-americanos, e o ancestral cenário permanece: a mesma submissão, a mesma miséria, a mesma espoliação. “As veias abertas da América Latina” vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.