Nesta obra, os autores, em uma conversa informal e agradável, procuram discutir diversos assuntos em uma viagem que começa com a construção do sonho americano e desembarca na moderna crise que abalou Wall Street e o mundo. A partir de uma escada rolante emperrada numa estação de metrô em Washington, e das 24 semanas passadas até que fosse consertada, os amigos tem o intuito de analisar a letargia da sociedade em que nasceram - e de que tanto se orgulham - e discutir como enfrentar seus desafios. Eles se lembram dos valores que tornaram os Estados Unidos a maior potência do planeta, visando esclarecer por que esses ideais foram abandonados. Buscam apresentar números, como o fato de, em 2009, os consumidores do país terem gasto mais em batatas fritas do que a quantia destinada pelo governo ao desenvolvimento de matrizes energéticas. A partir de exemplos como esse, os autores pretendem traçar o perfil de uma nação apática, com uma dívida pública estratosférica, a infraestrutura defasada e a educação de base em frangalhos. São questões em um mundo globalizado, no qual a revolução da tecnologia da informação é tida como alterando a circulação de pessoas, informação e serviço.

Companhia das Letras - 416 pág.- brochura

Éramos Nós - A Crise Americana e Como Resolvê-la - Thomas L. Friedman

R$53,31
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Nesta obra, os autores, em uma conversa informal e agradável, procuram discutir diversos assuntos em uma viagem que começa com a construção do sonho americano e desembarca na moderna crise que abalou Wall Street e o mundo. A partir de uma escada rolante emperrada numa estação de metrô em Washington, e das 24 semanas passadas até que fosse consertada, os amigos tem o intuito de analisar a letargia da sociedade em que nasceram - e de que tanto se orgulham - e discutir como enfrentar seus desafios. Eles se lembram dos valores que tornaram os Estados Unidos a maior potência do planeta, visando esclarecer por que esses ideais foram abandonados. Buscam apresentar números, como o fato de, em 2009, os consumidores do país terem gasto mais em batatas fritas do que a quantia destinada pelo governo ao desenvolvimento de matrizes energéticas. A partir de exemplos como esse, os autores pretendem traçar o perfil de uma nação apática, com uma dívida pública estratosférica, a infraestrutura defasada e a educação de base em frangalhos. São questões em um mundo globalizado, no qual a revolução da tecnologia da informação é tida como alterando a circulação de pessoas, informação e serviço.

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