Neste ensaio afiado, Sophie Gilbert apresenta uma denúncia contundente da misoginia que sustentou a cultura pop da virada do século ― e que continua a moldar os nossos dias.

O que aconteceu com o feminismo no início do século XXI?
Revistas, clipes musicais, CDs, reality shows, filmes, séries de TV; polêmicas, expectativas, carreiras meteóricas, surtos; as atrizes, cantoras, apresentadoras e "it girls" que marcaram a década de 2000. É esse o material-base de Sophie Gilbert para escrever Garota sobre garota, um olhar incisivo e crítico para essa época tão querida da geração millennial e que é, principalmente, um exame das transformações pelas quais passou o feminismo.

A autora ― finalista do Prêmio Pulitzer e conhecida por artigos em que esmiúça a cultura pop de ontem e de hoje ― combina análise de artefatos midiáticos, anedotas pessoais e comentário social para responder a uma pergunta central: como a atitude combativa das mulheres pôde ser trocada por uma nova objetificação feminina?

Partindo de uma comparação entre o discurso de valorização das mulheres presente em expoentes culturais do fim dos anos 1990, como o movimento riot grrrl na música, e a transformação e apropriação dele em uma nova cena muito menos progressista, Sophie Gilbert apresenta sua tese de que a cultura de massa dos anos 2000 colocou as mulheres umas contra as outras ― e negou tudo o que veio antes.

Analisando o cenário cultural do início do século, com suas divas pop, os reality shows, as revistas e a obsessão pela imagem, Gilbert observa como qualquer pretensão de empoderamento feminino real foi deixada de lado. Em seu lugar, a autora aponta para a "pornificação" da cultura: a misoginia ditando o que é desejável, a cultura cada vez mais sexualizada, e as meninas sendo ensinadas que seu poder estava no desejo que podiam suscitar.
Garota sobre garota é uma análise penetrante sobre como a cultura molda ― e muitas vezes distorce ― a maneira como as mulheres veem a si mesmas e umas às outras. É também um convite para pensar outras maneiras de consumir, com um olhar mais crítico, produtos que ditam jeitos de ser e pensar.

"Divertido e até empolgante, transforma uma história pesada em algo como um grito de guerra." ― Boston Globe

 

Ed. Todavia - 1ª ed. - 2026 - 336 pág. - brochura 

Garota sobre garota - Como a cultura pop colocou uma geração de mulheres contra si mesma - Sophie Gilbert - LANÇAMENTO!

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O que aconteceu com o feminismo no início do século XXI?
Revistas, clipes musicais, CDs, reality shows, filmes, séries de TV; polêmicas, expectativas, carreiras meteóricas, surtos; as atrizes, cantoras, apresentadoras e "it girls" que marcaram a década de 2000. É esse o material-base de Sophie Gilbert para escrever Garota sobre garota, um olhar incisivo e crítico para essa época tão querida da geração millennial e que é, principalmente, um exame das transformações pelas quais passou o feminismo.

A autora ― finalista do Prêmio Pulitzer e conhecida por artigos em que esmiúça a cultura pop de ontem e de hoje ― combina análise de artefatos midiáticos, anedotas pessoais e comentário social para responder a uma pergunta central: como a atitude combativa das mulheres pôde ser trocada por uma nova objetificação feminina?

Partindo de uma comparação entre o discurso de valorização das mulheres presente em expoentes culturais do fim dos anos 1990, como o movimento riot grrrl na música, e a transformação e apropriação dele em uma nova cena muito menos progressista, Sophie Gilbert apresenta sua tese de que a cultura de massa dos anos 2000 colocou as mulheres umas contra as outras ― e negou tudo o que veio antes.

Analisando o cenário cultural do início do século, com suas divas pop, os reality shows, as revistas e a obsessão pela imagem, Gilbert observa como qualquer pretensão de empoderamento feminino real foi deixada de lado. Em seu lugar, a autora aponta para a "pornificação" da cultura: a misoginia ditando o que é desejável, a cultura cada vez mais sexualizada, e as meninas sendo ensinadas que seu poder estava no desejo que podiam suscitar.
Garota sobre garota é uma análise penetrante sobre como a cultura molda ― e muitas vezes distorce ― a maneira como as mulheres veem a si mesmas e umas às outras. É também um convite para pensar outras maneiras de consumir, com um olhar mais crítico, produtos que ditam jeitos de ser e pensar.

"Divertido e até empolgante, transforma uma história pesada em algo como um grito de guerra." ― Boston Globe

 

Ed. Todavia - 1ª ed. - 2026 - 336 pág. - brochura