O que é certo, o que é errado no uso do português? O que são normas? Neste livro, organizado a partir de um estudo exaustivo dos usos vigentes do português contemporâneo do Brasil, a autora defende que se pode contrariar a norma e que há liberdade de escolha no uso da língua. Dirigindo-se a todos os que se expressam por meio do idioma, e não apenas a estudantes ou profissionais de ramos relacionados às Letras, ela apresenta tanto o modo como os manuais normativos dizem que “se deve” utilizar o idioma, quanto o modo como de fato se fala e escreve em português no país.

O objetivo é orientar o uso da língua considerando-se as variadas situações de comunicação, sem apego a uma ou outra das duas atitudes predominantes em relação à norma linguística – a dos que concebem a língua como fato homogêneo e estático, e a dos que consideram as questões de norma um falso problema, algo que se emprega meramente para marcar a superioridade de um grupo social sobre outro.

O Guia de uso do português foi concebido em oposição a esses dois pontos de vista sobre a norma, oposição que se confirma na explicação de cada uso, na organização de cada verbete, na seleção do que foi examinado. Ao recusar o unilateralismo e o simplismo, o livro constrói um discurso bem fundamentado sobre o uso linguístico, que se assenta não sobre opiniões preconcebidas, mas sobre um minucioso, amplo e paciente trabalho de pesquisa.

Editora Unesp - 830 pág. - brochura

GUIA DE USO DO PORTUGUÊS - Confrontando regras e usos Neves, Maria Helena de Moura

R$140,00
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O que é certo, o que é errado no uso do português? O que são normas? Neste livro, organizado a partir de um estudo exaustivo dos usos vigentes do português contemporâneo do Brasil, a autora defende que se pode contrariar a norma e que há liberdade de escolha no uso da língua. Dirigindo-se a todos os que se expressam por meio do idioma, e não apenas a estudantes ou profissionais de ramos relacionados às Letras, ela apresenta tanto o modo como os manuais normativos dizem que “se deve” utilizar o idioma, quanto o modo como de fato se fala e escreve em português no país.

O objetivo é orientar o uso da língua considerando-se as variadas situações de comunicação, sem apego a uma ou outra das duas atitudes predominantes em relação à norma linguística – a dos que concebem a língua como fato homogêneo e estático, e a dos que consideram as questões de norma um falso problema, algo que se emprega meramente para marcar a superioridade de um grupo social sobre outro.

O Guia de uso do português foi concebido em oposição a esses dois pontos de vista sobre a norma, oposição que se confirma na explicação de cada uso, na organização de cada verbete, na seleção do que foi examinado. Ao recusar o unilateralismo e o simplismo, o livro constrói um discurso bem fundamentado sobre o uso linguístico, que se assenta não sobre opiniões preconcebidas, mas sobre um minucioso, amplo e paciente trabalho de pesquisa.

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