A história do maior golpe financeiro de todos os tempos

Em 1924, Artur Virgilio Alves Reis, um comerciante português falido, trama sozinho o maior golpe financeiro de todos os tempos. Em dois anos se tornaria o homem mais rico e poderoso de seu país. O que parecia um plano com pouca eficácia de um homem com muita imaginação, acabou causando problemas macroeconômicos. Desde o grande terremoto de 1755, Portugal não sofria abalo econômico tão profundo.

O autor narra, com ares de romance policial, desde o momento da elaboração do golpe até o julgamento dos réus, em 1930. Nas audiências finais, Alves Reis contou ainda com uma presença ilustre entre os ouvintes da plateia: o poeta Fernando Pessoa, curioso em assistir a sua defesa. O livro traz, em anexo, a transcrição das anotações de Pessoa no último dia do julgamento.

A história de Alves Reis é uma pérola kafkiana fincada na realidade... Seria uma trama risível, se não tivesse dado tudo certo."
Guilherme Fiuza, jornalista e autor de Meu nome não é Johnny

Ed. Zahar - 364 pág. - brochura

O HOMEM QUE ROUBOU PORTUGAL - Murray Teigh Bloom

R$47,92
O HOMEM QUE ROUBOU PORTUGAL - Murray Teigh Bloom R$47,92
Sucesso! Você tem frete grátis
Frete grátis a partir de R$0,00
Entregas para o CEP:

Sucesso! Você tem frete grátis

A história do maior golpe financeiro de todos os tempos

Em 1924, Artur Virgilio Alves Reis, um comerciante português falido, trama sozinho o maior golpe financeiro de todos os tempos. Em dois anos se tornaria o homem mais rico e poderoso de seu país. O que parecia um plano com pouca eficácia de um homem com muita imaginação, acabou causando problemas macroeconômicos. Desde o grande terremoto de 1755, Portugal não sofria abalo econômico tão profundo.

O autor narra, com ares de romance policial, desde o momento da elaboração do golpe até o julgamento dos réus, em 1930. Nas audiências finais, Alves Reis contou ainda com uma presença ilustre entre os ouvintes da plateia: o poeta Fernando Pessoa, curioso em assistir a sua defesa. O livro traz, em anexo, a transcrição das anotações de Pessoa no último dia do julgamento.

A história de Alves Reis é uma pérola kafkiana fincada na realidade... Seria uma trama risível, se não tivesse dado tudo certo."
Guilherme Fiuza, jornalista e autor de Meu nome não é Johnny

Ed. Zahar - 364 pág. - brochura