Barickman, professor da Universidade do Arizona, é um dos principais brasilianistas da atualidade e neste livro apresenta um estudo detalhado sobre a diversidade da economia escravista, que desafia um conceito clássico: o de que a agricultura destinada à exportação inibiu o desenvolvimento da agricultura para abastecimento do mercado interno. Entre outras inovações, o livro revela que ´os escravos tinham o direito de controlar pelo menos uma parte de suas vidas e impor algumas restrições aos senhores´. 
Investigando o Recôncavo Baiano, uma das muitas e das mais importantes regiões de plantation do Novo Mundo, o autor revela peculiaridades da região. Apesar da produção do açúcar ter sido combinada ao trabalho escravo, o Recôncavo cultivava um outro importante produto de exportação: o fumo. Este, um produto de importância estratégica que serviu como moeda de troca no comércio de escravos. Resultado de pesquisas exaustivas, cuidadosas e com uma argumentação impecável, ´Um Contraponto Baiano´ consegue, enfim, desfazer alguns nós da historiografia brasileira. Uma obra definitiva sobre a economia do Recôncavo nos séculos XVIII e XIX e um ponto de partida dos mais valiosos para investigar a história social e cultural da região. 

Ed. Civilização Brasileira - 450 pág. - brochura

UM CONTRAPONTO BAIANO - Açúcar, fumo, mandioca e escravidão no recôncavo - B. J. Barickman

R$44,80
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UM CONTRAPONTO BAIANO - Açúcar, fumo, mandioca e escravidão no recôncavo - B. J. Barickman R$44,80

Barickman, professor da Universidade do Arizona, é um dos principais brasilianistas da atualidade e neste livro apresenta um estudo detalhado sobre a diversidade da economia escravista, que desafia um conceito clássico: o de que a agricultura destinada à exportação inibiu o desenvolvimento da agricultura para abastecimento do mercado interno. Entre outras inovações, o livro revela que ´os escravos tinham o direito de controlar pelo menos uma parte de suas vidas e impor algumas restrições aos senhores´. 
Investigando o Recôncavo Baiano, uma das muitas e das mais importantes regiões de plantation do Novo Mundo, o autor revela peculiaridades da região. Apesar da produção do açúcar ter sido combinada ao trabalho escravo, o Recôncavo cultivava um outro importante produto de exportação: o fumo. Este, um produto de importância estratégica que serviu como moeda de troca no comércio de escravos. Resultado de pesquisas exaustivas, cuidadosas e com uma argumentação impecável, ´Um Contraponto Baiano´ consegue, enfim, desfazer alguns nós da historiografia brasileira. Uma obra definitiva sobre a economia do Recôncavo nos séculos XVIII e XIX e um ponto de partida dos mais valiosos para investigar a história social e cultural da região. 

Ed. Civilização Brasileira - 450 pág. - brochura