Materiais para uma política de civilização: relatório ao primeiro-ministro

A obra 'Diante da Crise - Materiais para uma Política de Civilização' traz uma análise feita, após a crise econômica de 2008/2009, pelo autor com o CAS (Conselho de Análise da Sociedade), a pedido do primeiro-ministro da França, François Fillon. Buscando apresentar respostas para as seguintes questões - O que mudou em decênios? O que está destinado a mudar ao longo dos próximos anos? Como preparar a médio prazo nosso país para essa mudança? Neste livro, Luc Ferry avalia a crise por um âmbito mais social e humano, visando soluções críveis para que as nações iniciem a retomada. Ele defende que é uma crise do sentido da vida comum nas sociedades, cujo horizonte já não pode ser o do consumo. Portanto, as respostas não podem ser exclusivamente técnicas. Também é preciso pensar em termos de civilização. Para o autor, a primeira globalização começou com a revolução científica, que culminou no Iluminismo e permitiu à ciência conduzir o mundo ao desenvolvimento, à felicidade e ao progresso. Contudo, com a segunda globalização - a do século XX -, esse objetivo sofreu uma ruptura, com os mercados financeiros e as tecnologias de comunicação determinando uma competição, cada vez mais desprovida de sentido e direção. É imperativa a sobrevivência das empresas e dos consumidores. Trata-se da 'mercantilização do mundo' e do fim dos valores que conferiam algum sentido humano ao progresso e à felicidade dos povos.

Difel - 122 pág. - brochura

 

DIANTE DA CRISE - Luc Ferry

R$40,24
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Materiais para uma política de civilização: relatório ao primeiro-ministro

A obra 'Diante da Crise - Materiais para uma Política de Civilização' traz uma análise feita, após a crise econômica de 2008/2009, pelo autor com o CAS (Conselho de Análise da Sociedade), a pedido do primeiro-ministro da França, François Fillon. Buscando apresentar respostas para as seguintes questões - O que mudou em decênios? O que está destinado a mudar ao longo dos próximos anos? Como preparar a médio prazo nosso país para essa mudança? Neste livro, Luc Ferry avalia a crise por um âmbito mais social e humano, visando soluções críveis para que as nações iniciem a retomada. Ele defende que é uma crise do sentido da vida comum nas sociedades, cujo horizonte já não pode ser o do consumo. Portanto, as respostas não podem ser exclusivamente técnicas. Também é preciso pensar em termos de civilização. Para o autor, a primeira globalização começou com a revolução científica, que culminou no Iluminismo e permitiu à ciência conduzir o mundo ao desenvolvimento, à felicidade e ao progresso. Contudo, com a segunda globalização - a do século XX -, esse objetivo sofreu uma ruptura, com os mercados financeiros e as tecnologias de comunicação determinando uma competição, cada vez mais desprovida de sentido e direção. É imperativa a sobrevivência das empresas e dos consumidores. Trata-se da 'mercantilização do mundo' e do fim dos valores que conferiam algum sentido humano ao progresso e à felicidade dos povos.

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