O que pode haver de comum entre um romance de mais de três mil páginas e o instantâneo da fotografia? Entre a técnica fotográfica e um dos procedimentos literários mais extensos da história? É Brassaï - um dos grandes fotógrafos do século XX - quem vai aproximar de maneira reveladora uma e outro, e encontrar afinidades insuspeitas entre ambos.

Partindo do fato notório de que Marcel Proust foi um apaixonado pela arte da fotografia, Brassaï, um atento e minucioso observador da literatura, vê em sua técnica narrativa mudanças de perspectiva, de ângulo óptico, de enquadramentos e mostra como a fotografia desempenha papel decisivo em sua obra.

Testemunha histórica do surgimento da fotografia e entusiasta de primeira hora, Proust foi capaz de entendê-la como um fato total. De imediato percebeu-a como uma nova forma de experiência, capaz de concentrar um mundo num instante. Não só a escrita proustiana em muitos momentos é fotográfica ao descrever personagens, cenas e episódios, como também explora a recorrente metáfora entre fotografia e memória involuntária.

Proust e Brassaï são dois dos mais finos observadores - na vida social e na paisagem urbana - da cidade que primeiro se entregou incondicionalmente à fotografia: Paris. O livro é a última obra de Brassaï, que morreu pouco tempo depois de concluir o manuscrito, e inclui 16 páginas com reproduções de suas fotografias.

"Brassaï foi de descoberta em descoberta atrás da estranha paixão de Marcel Proust pela fotografia, do papel por ela exercido, em primeiro lugar em sua vida, depois em sua obra."

Do prefácio de Roger Grenier

Ed. Zahar - 184 pág. brochura - formato 21 x 14

PROUST E A FOTOGRAFIA - Brassai

R$149,90
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O que pode haver de comum entre um romance de mais de três mil páginas e o instantâneo da fotografia? Entre a técnica fotográfica e um dos procedimentos literários mais extensos da história? É Brassaï - um dos grandes fotógrafos do século XX - quem vai aproximar de maneira reveladora uma e outro, e encontrar afinidades insuspeitas entre ambos.

Partindo do fato notório de que Marcel Proust foi um apaixonado pela arte da fotografia, Brassaï, um atento e minucioso observador da literatura, vê em sua técnica narrativa mudanças de perspectiva, de ângulo óptico, de enquadramentos e mostra como a fotografia desempenha papel decisivo em sua obra.

Testemunha histórica do surgimento da fotografia e entusiasta de primeira hora, Proust foi capaz de entendê-la como um fato total. De imediato percebeu-a como uma nova forma de experiência, capaz de concentrar um mundo num instante. Não só a escrita proustiana em muitos momentos é fotográfica ao descrever personagens, cenas e episódios, como também explora a recorrente metáfora entre fotografia e memória involuntária.

Proust e Brassaï são dois dos mais finos observadores - na vida social e na paisagem urbana - da cidade que primeiro se entregou incondicionalmente à fotografia: Paris. O livro é a última obra de Brassaï, que morreu pouco tempo depois de concluir o manuscrito, e inclui 16 páginas com reproduções de suas fotografias.

"Brassaï foi de descoberta em descoberta atrás da estranha paixão de Marcel Proust pela fotografia, do papel por ela exercido, em primeiro lugar em sua vida, depois em sua obra."

Do prefácio de Roger Grenier

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