No começo do século XX, o francês Blaise Cendrars (1887-1961) decidiu sair pelo mundo em busca da poesia. Incentivado por Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral, que ele conheceu em Paris, o poeta aventureiro vem parar no Brasil, em 1924. O amor pelo país é instantâneo e recíproco: sua imaginação delirante encontra aqui o material necessário para alçar vôos poéticos, e os modernistas enxergam em Cendrars o avalista de que precisavam para suas estripulias literárias. Décadas depois, apaixonado pela obra de Cendrars, Jérôme Michaud-Larivière resolve percorrer os mesmos caminhos do autor da Prosa do transiberiano e Morravagin (Companhia das Letras, 2003). Enquanto entrelaça as viagens de Cendrars (que volta ao Brasil mais duas vezes) à sua própria, Jérôme aproveita para nos familiarizar com a poesia, os amores, a pobreza crônica e a alegria de viver do grande poeta francês, equiparado a Apollinaire. Numa narrativa de viagem única, impregnada de ação e lirismo, Jérôme nos conduz pelas cidades históricas de Minas, por um idílico Rio de Janeiro, por uma São Paulo ainda dominada por ilustres casarões e pelos cafezais, no interior do estado. O que ele nos entrega ao fim de seu périplo não é biografia, romance ou estudo literário acadêmico, mas a história de dois viajantes, em tempos diferentes, unidos pela mesma paixão: a literatura.

Cia. das Letras - 336 pág. - brochura

HOJE CENDRARS PARTE PARA O BRASIL - Jérôme Michaud-Larivière

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No começo do século XX, o francês Blaise Cendrars (1887-1961) decidiu sair pelo mundo em busca da poesia. Incentivado por Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral, que ele conheceu em Paris, o poeta aventureiro vem parar no Brasil, em 1924. O amor pelo país é instantâneo e recíproco: sua imaginação delirante encontra aqui o material necessário para alçar vôos poéticos, e os modernistas enxergam em Cendrars o avalista de que precisavam para suas estripulias literárias. Décadas depois, apaixonado pela obra de Cendrars, Jérôme Michaud-Larivière resolve percorrer os mesmos caminhos do autor da Prosa do transiberiano e Morravagin (Companhia das Letras, 2003). Enquanto entrelaça as viagens de Cendrars (que volta ao Brasil mais duas vezes) à sua própria, Jérôme aproveita para nos familiarizar com a poesia, os amores, a pobreza crônica e a alegria de viver do grande poeta francês, equiparado a Apollinaire. Numa narrativa de viagem única, impregnada de ação e lirismo, Jérôme nos conduz pelas cidades históricas de Minas, por um idílico Rio de Janeiro, por uma São Paulo ainda dominada por ilustres casarões e pelos cafezais, no interior do estado. O que ele nos entrega ao fim de seu périplo não é biografia, romance ou estudo literário acadêmico, mas a história de dois viajantes, em tempos diferentes, unidos pela mesma paixão: a literatura.

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