Nesta antologia, organizada por Pedro e Luis Mauricio Drummond, estão reunidos os melhores textos de Drummond sobre festas de fim de ano, o espírito natalino e a esperança que todos temos de um próspero ano novo.
Em poemas bem-humorados e cheios de alegria, melancólicos ou reflexivos, está o melhor do poeta mineiro e sua visão sobre um período do ano em que rimos e choramos.

Ed. Record - 2011 - 125 pág. - capa dura - formato 12,5 x 14

 

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE  

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Em 1954 começou a colaborar como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.

RECEITA DE ANO NOVO - Carlos Drummond de Andrade

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Em poemas bem-humorados e cheios de alegria, melancólicos ou reflexivos, está o melhor do poeta mineiro e sua visão sobre um período do ano em que rimos e choramos.

Ed. Record - 2011 - 125 pág. - capa dura - formato 12,5 x 14

 

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE  

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Em 1954 começou a colaborar como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.