Na passagem do milênio cristão, uma pequena caravana liderada pelo mercador Ben-Atar deixa as praias de Tânger, no norte da África, com destino a Paris, a aldeia mais próspera do reino dos francos. A bordo de um velho navio-patrulha, Ben-Atar segue acompanhado de suas duas esposas e do sócio Abu Lutfi. Os comerciantes se preparam para desembarcar mais uma preciosa carga de mercadorias, enquanto esperam ansiosos pelo encontro com o terceiro sócio, Abuláfia, que lhes fará o relatório sobre a venda das mercadorias trazidas no ano anterior. A viagem se dá num contexto histórico definido, nos primórdios do intercâmbio mercantil entre os povos separados pelo Mediterrâneo. Ben-Atar cruza o mar em busca de bons negócios, mas se defrontará com situações que vão muito além da simples troca de mercadorias. Judeu sefaradita, entrará em choque com a tradição asquenaze, para a qual a bigamia é uma prática inaceitável.
Numa recriação brilhante do mundo medieval do século X, A. B.Yehoshua traça os contornos da cultura judaica dividida por duas tradições - a asquenaze e a sefaradita - que ainda hoje demarcam afinidades e diferenças dramáticas para Israel.

Cia. das Letras - 352 pág. - brochura

VIAGEM AO FIM DO MILENIO - A. B. Yehoshua

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Na passagem do milênio cristão, uma pequena caravana liderada pelo mercador Ben-Atar deixa as praias de Tânger, no norte da África, com destino a Paris, a aldeia mais próspera do reino dos francos. A bordo de um velho navio-patrulha, Ben-Atar segue acompanhado de suas duas esposas e do sócio Abu Lutfi. Os comerciantes se preparam para desembarcar mais uma preciosa carga de mercadorias, enquanto esperam ansiosos pelo encontro com o terceiro sócio, Abuláfia, que lhes fará o relatório sobre a venda das mercadorias trazidas no ano anterior. A viagem se dá num contexto histórico definido, nos primórdios do intercâmbio mercantil entre os povos separados pelo Mediterrâneo. Ben-Atar cruza o mar em busca de bons negócios, mas se defrontará com situações que vão muito além da simples troca de mercadorias. Judeu sefaradita, entrará em choque com a tradição asquenaze, para a qual a bigamia é uma prática inaceitável.
Numa recriação brilhante do mundo medieval do século X, A. B.Yehoshua traça os contornos da cultura judaica dividida por duas tradições - a asquenaze e a sefaradita - que ainda hoje demarcam afinidades e diferenças dramáticas para Israel.

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